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Lightup quer iluminar a qualidade dos dados com rodada Série A de $9 milhões.

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A qualidade dos dados é extremamente importante em diversas áreas, afinal, como diz o famoso ditado, “lixo entra/lixo sai”. Com o aumento do volume de dados sendo criados e utilizados para tomar decisões de negócio, fornecer experiências de qualidade ao cliente e impulsionar modelos de aprendizado de máquina, garantir a precisão dos dados se tornou ainda mais crucial.

A Lightup, uma empresa que busca destacar a importância da qualidade dos dados, anunciou recentemente um investimento de US$ 9 milhões em sua Série A, visando continuar desenvolvendo sua solução de qualidade de dados. De acordo com os dados do Crunchbase, a empresa já arrecadou mais de US$ 20 milhões.

A Lightup foi construída com base no trabalho que o CEO e co-fundador Manu Bansal iniciou com sua primeira startup, a Uhana, que foi adquirida pela VMware em 2019, pouco antes do lançamento de seu empreendimento mais recente. Bansal percebeu que as empresas que construíam dutos de dados não tinham muitas opções além de construir suas próprias soluções de qualidade de dados, o que o levou a identificar uma oportunidade.

Segundo Bansal, as ferramentas disponíveis para resolver o problema de qualidade de dados eram voltadas para pequenas quantidades de dados processados interativamente em planilhas, e não para milhões de eventos por segundo movendo-se por dutos automatizados.

Ao procurar uma solução e conversar com outras empresas, Bansal e seus co-fundadores perceberam uma demanda não atendida e decidiram construí-la. A abordagem da Lightup é manter os dados no local em que estão armazenados, mesmo que seja no Snowflake, Databricks ou outra solução de armazenamento de dados. Isso reduz significativamente as despesas com verificação dos dados, já que não é necessário fazer uma cópia dos mesmos, aproveitando os recursos já disponíveis pelo provedor de serviços.

A empresa procura por anomalias nos dados que possam indicar um problema, criando um relatório que é enviado a uma pessoa para tomar a decisão final sobre a qualidade dos dados. A Lightup não possui acesso de escrita aos dados, e isso foi intencionalmente projetado.

Após dois anos de desenvolvimento, a empresa foi lançada em 2019 e agora conta com 20 funcionários, com planos de contratação de mais profissionais com o investimento recebido. Bansal acredita que o fato de ser uma equipe distribuída está ajudando a construir uma força de trabalho mais diversificada, com pessoas de diferentes fusos horários, culturas e abordagens para resolver problemas.

O investimento de US$ 9 milhões na Lightup foi liderado pela Andreessen Horowitz e Newland Ventures, com a participação da Spectrum 28 Capital, Shasta Ventures, Vela Partners e Incubate Fund. O acordo foi concluído no final de março.